<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[loveblog.com.br] osbobsdadonaflorinda : <![CDATA[Os bobs da Dona Florinda]]></title>		<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Os bobs da Dona Florinda]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 03 May 2008 00:24:19 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[MUDAMOS DE BAIRRO!!]]></title>			<description><![CDATA[<p>Dona Florinda e seus bobs - todos eles - estão de casa
nova:</p>
<p>   </p>
<p> <a href=
"http://www.osbobsdadonaflorinda.blogspot.com"><strong>www.osbobsdadonaflorinda.blogspot.com</strong></a></p>
<p> </p>
<p>Foi muito bom estar com vocês por aqui mas lá,
será ainda melhor!!!!</p>
<p>Ainda não tem nenhum post e ainda estou migrando os posts
com as fotos pra lá! Infelizmente, os comentários
terão de ficar por aqui.... solítários....</p>
<p>Até domingo, todos os posts antigos estarão por
lá e ainda terá um novinho em folha.</p>
<p> </p>
<p>Beijocas e apareçam por lá!</p>
<p><strong>Zezé</strong></p>
]]></description>			<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/31320/MUDAMOS-DE-BAIRRO/</link>			<comments>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/MUDAMOS-DE-BAIRRO---02052008-235448-lp-31320.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/31320/MUDAMOS-DE-BAIRRO/</guid>			<pubDate>Fri, 02 May 2008 23:54:48 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Menino contra menina. Ou à favor?]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Eu
sempre tive mais afinidades com homens do que com mulheres. Para os
engraçadinhos de plantão, não, isso não
diz respeito somente aos aspectos sexuais e amorosos. Eu sempre
tive mais amig<strong>O</strong>s do
que amig<strong>A</strong>s.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Quando pequena eu tinha pouca paciência para
brincar de boneca e menos paciência ainda para ficar trocando
os sapatos das bonecas, roupas e equilibrando aqueles micro
copinhos e talheres nas mini mesas dentro das mini casas. Meu
grande sonho de menina talvez tenha sido o <strong>Castelo</strong> da <strong>She-Ra</strong>, que felizmente ganhei,
mas para infelicidade de minha mãe, me seduziu por muito
pouco tempo. Mas o <strong>Castelo</strong> do <strong>He-Man</strong> de meu primo, noooosssa,
me super seduzia! Era maior, aparentava ser mais poderoso... e era
mais tosco mesmo.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Apesar de ter tido sempre muito cuidado com os meus
brinquedos &ndash; eu tenho até hoje a ambulância do
Doutor Saratudo completa! &ndash; eu gostava mesmo dos brinquedos
de menino. Meu grande sonho de criança &ndash; porque o de
menina eu já tinha realizado com o <strong>Castelo</strong> da <strong>She-Ra</strong> &ndash; era ter um
<strong>Ferrorama</strong> (pra quem
não sabe, aquela versão do Autorama, em trenzinho,
com tudo que se tem direito, semáforo, cruzamento, ponte..
ai ai ai)!!! Nunca tive... Mas depois de anos com esse sonho
adormecido dentro de mim, eis que chego na casa de minha sogra e
vejo o Ferrorama do meu marido lá, lindo, todo
encaixotadinho... Ah, e se é do marido é meu
também, né? Ainda não botamos ele pra
funcionar novamente, mas esse dia há de chegar.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Na
infância eu não tive muitos problemas com as minhas
preferências lúdicas. Minha mãe sim, travava
uma guerra na hora botar uma meia calça, um vestidinho
(eca!) <strong>rosa</strong> (eca
eca!) com um lacinho lateral (mil vezes eca!). Eu amo <strong>azul</strong>, sempre amei, mas meu quarto
era rosa, porque terminei herdando ele de minha irmã mais
velha e cor de herança não se discute. Mas assim que
tive uma oportunidade (e poder de decisão) pintei meu quarto
de <strong>azul</strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Na
adolescência, acho que tive mais problemas. Primeiro porque
eu demorava para me aproximar das meninas, mas não dos
meninos, o que os assustava um pouco e ainda fazia com que as
meninas me achassem uma assanhada. Depois que eu sempre xinguei
muito (na rua, óbvio, em casa, jamais!) e sempre briguei
muito com todo mundo. Ou seja, nem dos meninos eu tinha a simpatia
que eu queria... Demorei um pouco pra achar o meio termo,
mas terminei achando... Espero eu! </p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Minha mãe (mais uma vez) que sofria... Eu
não queria usar saia, nem vestido, muito menos o cinto
combinando com o sapato... sapato??
Nãããão, meus caros: <strong>TÊNIS</strong>, por favor. E de
camurça <strong>verde</strong>
(gente, era exatamente
<strong><span style="text-decoration: underline;">esse
verde</span></strong>!)<strong>.</strong> Tenho boas e velhas
amigas, mas amigas, amigas mesmo, daquelas da gente não vive
sem, ah, essas são sempre meio toscas, sem muita frescurite,
iguais a mim (meninas, não se ofendam!!! Isso é um
elogio!) e são poucas. E hoje eu não vivo sem um
vestidinho, e amooooo sapatos. Não combinando com o cinto,
mas combinando com a bolsa sempre! Pra minha mãe ver alguma
coisa dando certo, né? ;D</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Hoje
em dia eu tenho muito pouco problema em relação a
isso. Os meu amigos, são cada vez mais amigos e mais
próximos, se é que isso é possível! E
aumentam mais! É muito engraçado como eu me torno
amiga dos amigos de Henrique rapidamente! Eles me adoram, eu amo
todos eles! São mega divertidos e não se importam com
o fato de eu ser uma mulher no meio deles: sempre dizem o que
pensam sobre tudo e, inclusive, me contam com detalhes
sórdidos. O que nem sempre é legal, lógico,
mas mesmo assim eu me sinto uma privilegiada. Sou uma mulher que
participa muito bem do universo masculino.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Ainda bem, eu e Henrique sempre convivemos muito bem com
essa minha característica. Aliás, isso facilita
porque curtimos muito os programas sejam eles
&ldquo;masculinos&rdquo; ou não. Obviamente Henrique tem
lá o momento dele com os amigos <span style=
"text-decoration: underline;"><strong>dele</strong></span> e
eu com as <strong><span style=
"text-decoration: underline;">minhas</span></strong> amigas/amigos.
E quanto a isso não há divergências e ponto
final.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
No
sábado foi o chá de cozinha de um amigo nosso.
É engraçado que agora percebemos de forma gritante o
quanto somos adiantados: nós já temos
<strong>3 anos de
casados</strong> e agora é que os nossos amigos
estão casando! Ahahaha Engraçado demais...</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Pois
bem. No sábado houve um encontro muuuuito legal dos amigos,
velhos amigos, que há muito não se viam.
Histórias igualmente velhas e cabeludas (apesar de alguns
já estarem perdendo os cabelos), que todos sabemos de cor,
foram contadas pela enésima vez, como se fosse a primeira. E
produziu risadas como se fossem as primeiras, também. Alguns
de nós não nos víamos há anos, sei
lá quantos! E só faltaram dois pra completar a galera
<strong>Old School</strong> (algo como
Velha Guarda, numa tradução livre) como costumamos
&ndash; e gostamos &ndash; de chamar. Foi bom, muito bom!! Eu sei
é que o chá de cozinha foi até meia noite,
terminando sob o protesto de alguns mais exaltados.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Durante muito tempo, nesse grupo, eu fui a única
menina/ mulher. E era muito bom! Nunca fui tratada diferente, com
mais regalias ou menos respeito por isso. Éramos todos
iguais. Bem, a gente vai crescendo, começando a trabalhar,
faculdade, as coisas vão mudando, cometemos alguns erros com
uns, somos magoados por outros, novos amigos vão surgindo e
terminamos nos afastando. Mas nunca deixamos de existir nas nossas
memórias. E ontem foi a prova disso.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Não somos os mesmos, nem sei se será
possível resgatar a mesma amizade de antes afinal, 12 anos ,
pra uns de nós 16 anos já se passaram e o tempo
não perdoa. Mas no sábado, por algumas horas, fomos
todos iguais novamente. Nem meninos, nem meninas. Somente grande e
velhos amigos.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Reza
lenda, que no sábado que vem todos nos encontraremos
novamente, na casa de minha sogra, um reduto dos velhos tempos.
Não sei se realmente vai rolar. Torço que sim, mas
independente de acontecer - senão nesse sábado de
Aleluia, talvez num próximo sábado qualquer
- tivemos um sopro muito vivo que reacendeu a chama dos velhos
tempos, da velha Old School, com o
perdão da (necessária) redundância.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
 </p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
Um
beijo para todos os amigos, sejam eles novos ou
velhos...</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
 </p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; text-align: justify;">
<strong>Zezé</strong></p>
]]></description>			<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/25562/Menino-contra-menina-Ou-a-favor/</link>			<comments>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/Menino-contra-menina--Ou-a-favor--17032008-230356-lp-25562.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/25562/Menino-contra-menina-Ou-a-favor/</guid>			<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:03:56 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Burocracias]]></title>			<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Ok. A vida é feita de burocracias. Pra nascer
é uma burocracia, pra crescer outra, pra envelhecer
então, nem se fala. Até pra morrer, dependendo do
caso, rola uma burocracia forte; pro moribundo e principalmente
para a família do coitado.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Mas me diga se há alguma coisa mais
burocrática no mundo do que ir a um cartório?
É burocracia da fila para pegar as senhas até, enfim,
conseguir o que você deseja. Ou não conseguir, como
foi o meu caso.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Já é um porre ter que entrar com um
processo contra alguém. Essa situação
já prescinde que a coisa &ndash; qualquer que seja ela
&ndash; não pôde ser feita de uma forma
amigável, ou no famoso &ldquo;de boca&rdquo;. Quando se
entra com um processo contra alguém , já ta rolando
um estresse fenomenal e você já vai preparado para
enfrentar mais alguns por sabe-se lá quantos pares de
meses.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Bem, lá fui eu na quarta feira tirar 720
cópias (isso mesmo) <span> </span>de vários
documentos importantes e originais para levar ao cartório
(ontem e hoje), pra depois entregar ao advogado as cópias
autenticadas (porque entregar o original não é legal;
afinal pode perder, roubarem, molhar, cair café, qualquer
coisa e aí é mais um século pra conseguir
outro igual). Primeiro isso de tirar 720 cópias. Surreal.
Levando em consideração que eu passei a minha
faculdade inteira tirando cópias e gastando, quando muito,
3, 4 reais, realmente, eu fiquei assustada em ter que dar 57,88
reais pro moço da Xerox.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Beleza. Cópias tiradas, devidamente organizadas em
pastinhas, tudo certo, certo? Errado. Eu por alguma sandice dessa
minha cabeça fui animadamente dirigindo meu carro em
direção ao cartório do Shopping Sumaré.
Ele é meu companheiro de tempos, pois foi lá que eu
abri a minha primeira firma. Aliás, que nem deve valer mais,
por que a minha assinatura mudou totalmente. Comentário
rápido: nem me lembro mais porque tive que abrir essa firma,
mas isso existiu em algum momento da minha juventude.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Lá, o cartório só funciona a partir
das 14h. E são poucas senhas distribuídas. Como ainda
era final da manhã, fui pra lá (como eu e minha
irmã fizemos durante um período de muitas idas ao
cartório) e almoçaria por lá mesmo, assistiria
uma tevêzinha básica na pracinha de
alimentação, pegaria minha senha, autenticaria meu
mar de papéis e iria pra casa me sentindo útil. Ledo
engano.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Pra começar, como aqui em Salvador não
temos horário de verão, a programação
passa uma falsa impressão das horas. Resumo: eu estava
assistindo Jornal Hoje achando que já era uma, uma e pouco e
que nada! Meio dia ainda... Mas beleza, terminei de assistir o
jornal, Vídeo Show, Coração de Estudante e
pronto: o cartório abriu. Massa! A minha senha era uma das
primeiras, então ia me liberar rápido.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Quando finalmente me chamaram, eu levei minha sacola de
papéis (sim, eles estavam numa big sacola plástica) e
despejei com delicadeza no balcão da moça com um
simpático &ldquo;<strong>Boa
Tarde</strong>&rdquo; que não foi respondido de
maneira compreensível. Tudo bem, eu não estava nem um
pouco sensível e queria sair dali o mais rápido
possível. Eis que se trava o seguinte
diálogo:</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Moça do
Cartório</strong>: ok. Me dê as 30.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Zezé</strong>: Na verdade
são 720...</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>MC</strong>: Eu
ouvi. Mas estou lhe pedindo as 30. (<strong>com
irritação</strong>)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Z</strong>: A
senhora quer de 30 em 30? (<strong>eu
já preocupada com o sistema de organização que
eu tinha levado 1 hora pra
desenvolver</strong>...)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>MC</strong>:
Não meu amor, (uma facada no meu
rim), eu estou <strong>LHE</strong> dizendo para
você me entregar as 30 páginas para mim (segunda facada, no baço)
autenticar.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Z</strong>: E eu
estou <strong>LHE</strong>
dizendo que além dessas, tem mais 690 pra você fazer a
mesma coisa. (com muita irritação)</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>MC</strong>:
Só que cada pessoa só pode autenticar 30 por
dia.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Z</strong>: Como?
(Numa conta rápida, que nem eu acreditei que eu fiz)
Você está me dizendo que eu preciso levar 24 dias para
autenticar a documentação que eu preciso?</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>MC</strong>: Leva
isso tudo é? Vixe....</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Z</strong>: Sim. Mas
isso é só aqui ou em qualquer um?</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>MC</strong>:
(<strong>A segunda melhor resposta do dia
acompanhada de um sorrisinho irônico</strong>)
Não sei... eu só trabalho aqui.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>Z</strong>:
(<strong>A MELHOR resposta do dia, com
um sorrisinho mais irônico ainda</strong>) Ah
tá, achei que a senhora trabalhasse no circo também,
apresentando um número de Palhaçada.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Virei de costas e saí, que eu não ia ficar
pra ouvir a tréplica dela, óbvio. Fui pra casa com a
idéia de procurar outro cartório, mas fiquei achando
que se eu recebesse mais algum sorrisinho irônico naquela
tarde, eu ia começar a rezar para uma nova aorta
milagrosamente brotar em mim, a fim de suportar o fluxo
sanguíneo que certamente se direcionaria à minha
cabeça e, como eu rezo muito pouco, terminei
desistindo.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Hoje de manhã, peguei
meu pai na casa dele e fui a outro cartório no Shopping
Pituba Parque Center, pertinho de nossas casas, certa de
que o problema era daquela mulher e não meu. Além dos
documentos serem dele e para ele, (no dia anterior eu deixei ele em
casa para poupá-lo do saco) meu pai já pega fila
exclusiva de idosos, o que aumentaria a rapidez do processo.
Não, eu não costumo fazer isso; apesar de muitas
pessoas confundirem meu pançume com uma gravidez, eu
não uso esse subterfúgio vil e feio. Mas pelo amor de
deus, as minhas boas ações semanais já tinham
acabado por ontem. Lá fomos pegar nossa fila enoooooorme
exclusiva.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Na nossa vez o singelo senhor autenticador (não
sei o cargo dele de verdade, mas é essa a
função) que faz tudo muito
&ldquo;educadamente&rdquo;, virou para nós e pediu que
aguardássemos um instantinho que ele ia ali tirar a água do joelho. Ok, mais
informações do que eu precisava. Depois de quase 10
minutos, ele volta e me pergunta o que queremos. Meu pai diz o que
é. O inicio do fim....</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">O senhor &ldquo;gentil&rdquo; e &ldquo;educado&rdquo;
primeiro disse a meu pai que a fila exclusiva deveria andar
rápido (porque afinal de contas ele leva 10 minutos
no banheiro e precisa compensar o tempo!) e não podia
fazer isso. Segundo, deu uma olhada demorada pra mim e disse a meu
pai que a documentação deveria ser da pessoa que
estava na fila, gentilmente sugerindo que
meu pai estava na fila por minha causa. Ah, nessa hora
eu pirei geral! Fiquei possessa e despejei minha raiva da mulher do
outro dia e dele, nele. Disse que era um absurdo, que
não era possível que uma pessoa não
conseguisse fazer uma coisa tão simples!! Foi aí que
ele confirmou o que a mulher do outro cartório tinha dito (o
babdo das 30 cópias) e que se eu quisesse, eu desse meu
jeito. A essa altura, meu pai estava calmamente tirando a
identidade da carteira para comprovar que os documentos eram dele e
eu tentando arrastar meu pai dali ao berros.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">[Aqui em casa a gente não
xinga na frente dos nossos pais, crescemos assim. Mas hoje meu pai
teve o desprazer de me ver xingar coisas que eu nem sei se ele sabe
o que é.]</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Bem, enquanto eu estava no auge da minha fúria,
olhei rapidamente para cima do balcão e vi um papel escrito
dizendo que, resumidamente, segundo o artigo tal,
parágrafo tal desacato (xingar, agressão
física e outras mais) ao funcionário público
(o senhor &ldquo;simpático", no caso) dava multa e cadeia na
hora. Foi então que eu me lembrei ter visto quando chegamos
que, lá no cantinho, no fundo do cartório estava um
<strong>PM</strong>. Tá. Fiquei
tensa. Mas aí eu fiquei com medo de verdade quando resolvi
olhar pro <strong>PM</strong> e ele tava
me olhando fixamente!!! Aí eu me desesperei total e sai
(literalmente) empurrando meu pai dalí, que ainda estava
tentando convencer o moço lá de que eram deles os
documentos. Meu pai é mesmo um cara pacífico e
naquele momento o que mais importava para ele era a
integridade cidadã dele. <strong>E eu
desesperada com medo de ser presa</strong>!!!!!!</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Finalmente cheguei no carro suando igual a uma porca, com
uma raiva danada e sem saber o que fazer. Porque o juiz quer as
coisas bonitinhas para olhar, maaaaaaasssss.... quer dizer que pra
isso eu vou ter ficar 24 dias caminhando a um cartório
(novo, é claro, porque eu não sou nem besta de voltar
nesses dois)??? Tensa total. Ainda não descobri exatamente o
que fazer.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Fim do dia: minha cabeça está aqui
explodindo desde aquela hora; fato esse que comprova a minha teoria
que aortas milagrosas não brotam em corpos pagãos
como o meu....</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal"><strong>ps: a imagem que eu
botei ali em cima, foi uma ironia, ok
pessoas?</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal">Zezé<span>  </span>
<span> </span></p>
]]></description>			<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/21854/Burocracias/</link>			<comments>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/Burocracias-14022008-211014-lp-21854.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/21854/Burocracias/</guid>			<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 21:10:14 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Comemorações e climão de fim de ano]]></title>			<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
Não, eu não gosto de Natal. Eu adoro a
decoração de Natal, adoro ver minha casa cheia de
coisas <strong>douradas</strong>,
verdes, vermelhas, papais-noéis (sim, eu consultei
um dicionário para flexionar esse plural) e bonecos de neve
(ainda que eles não sejam viáveis para nós,
brasileiros, menos ainda no Nordeste, eles são fofinhos e
tem uma carinha safada que eu simpatizo).</p>
 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
No
primeiro Natal na nossa (minha) casa foi uma
mobilização total! Começamos a arrumar tudo no
início de dezembro e só tiramos depois do Carnaval.
Nada de desarrumar no dia de Reis. Tava tão lindo que eu
queria ficar com e decoração pra sempre. Mas eu
não gosto da <strong>Noite de
Natal</strong>. Minha família é muito pequena
e o resto que poderia agregar volume, mora em outro estado.
Então éramos sempre meus pais, eu, minha irmã
e pronto. Eu, quando criança, ficava toda empolgada como
presente na manhã seguinte, com o esquemão todo da
chegada do Papai Noel, mas não gostava da véspera,
era meio triste, sei lá.</p>
 E esse sentimento perdura até hoje.
Adoro arrumar a casa, comprar os presentes, ver minha mini
árvore toda linda lá, acesona, adora ficar cozinhando
as coisas junto com Henrique e receber as eventuais visitas,
maaaaaaasssss... Não gosto <strong>DO</strong> Natal. Também
não me mobiliza em nada todo sentido católico
apostólico romano do Natal (minha mãe que não
me leia), ou seja, nem isso sobra. Enfim, curto o momento com
restrições. 
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
Já o Ano Novo.... aí é outra
história. Eu <strong>AMO ANO
NOVO</strong>! Adoro aquela insanidade que rola na
cidade, todo mundo se arrumando para receber o novo ano, aquele mar
de gente de branco, comida, bebida, <strong>uhuuuuuu</strong>!</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
Acho
massa. Reconheço que causa em mim sentimentos
ambíguos: uma animação total e
sentimento de perda, medo sei lá de quê mas, me
dá! Ao mesmo tempo fico ansiosa querendo que o ano chegue
logo e que as coisas aconteçam e que eu passe a falar
&ldquo;porque no ano passado....&rdquo;, o que normalmente
só acontece depois do carnaval, porque aqui em Salvador todo
mundo comemora Ano Novo igual, mas o ano só começa
meeeesmo depois do carnaval, não tem jeito.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
<strong>Esse Ano Novo
será particularmente especial para mim</strong>.
Começarei de verdade uma nova, grande e assustadora etapa da
minha vida. Não, eu não estou grávida. Ou
melhor, devo estar e agora vou ter que parir um filho que gestei
durante cinco longos anos. Agora em janeiro será minha
formatura, muito esperada não pela solenitude da coisa, mas
porque passar cinco anos numa faculdade, se dedicando quase
exclusivamente a ela, merece algum respeito.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
Foi
muito bom, adoro a profissão que escolhi, mas no meu curso o
esquema é meio surtado, você se envolve demais,
é denso... Enfim, todos esperamos por isso: meus pais, minha
irmã, meu marido, meus amigos e principalmente eu. Ter o meu
trabalho, ser reconhecida através disso com algo que me
caracteriza, que caracteriza meu estar no mundo de alguma
forma me deixa muito satisfeita.  E nesse novo ano passarei, na prática, a
viver a minha profissão. É massa e, ainda bem,
não to com aquela ressaca de &ldquo;ai, estou
desempregada&rdquo;, fico louca querendo logo esse famoso emprego,
mas na sede de viver novas emoções, viver o rally que
é essa vida de gado. Justamente porque gosto do que
escolhi.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="justify">
Vou
sentir esse Ano Novo como nenhum outro (é sempre assim,
aliás...) e tenho certeza que chorarei à meia noite,
num misto de felicidade e tristeza como em todos os anos (sim, eu
choro em todo santo Ano Novo). Mas fico com a
(ótima) sensação de que curti mais esse
<strong>2007</strong> do que outros
anos e acho que é isso que vou levar para os
próximos.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="right">
 </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="right">
Resoluções para
<strong>2008</strong>? Essa parte a
gente pula....<span> </span></p>
]]></description>			<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/17208/Comemoracoes-e-climao-de-fim-de-ano/</link>			<comments>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/Comemoracoes-e-clim-o-de-fim-de-ano-23122007-001442-lp-17208.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/17208/Comemoracoes-e-climao-de-fim-de-ano/</guid>			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:14:42 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Sobre a escolha do objeto amoroso e/ou a permanência dele como tal.]]></title>			<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Rapaz, que negócio escravo esse
blog. A fonte da pessoa não pode nem dar uma secadinha que
fica todo mundo me cutucando...Ainda bem que são os meus
amigos... Se não fossem, imagino o que estariam falando de
mim. Ou melhor, não quero nem imaginar.</p>
<p align="justify"> Andei pensando muito
sobre o que tem me encucado ultimamente. E sem dúvidas, a
escolha do objeto amoroso é um tema que ronda a minha mente
nas últimas semanas. Porque a gente escolhe
esse e não aquele? O que é que aquele teve, mas que
deixou de ter, para fazer com que quiséssemos o de
lá? São perguntas que eu achava que sabia responder,
até parar de verdade para escrever isso
aqui.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Deve ser por isso que a
escrita é a função  humana com o
mais alto grau de elaboração. Imagine: você
pensa uma coisa, aí tem que transformar essa coisa num
código (a escrita) que, juntando os caracteres (as letras)
vai transformar o que você pensou numa coisa real (ou perto
disso...); aí a pessoa que está lá do outro
lado, vai decodificar essa bagunça toda, com o objetivo de
compreender o que você pensa, ou estava pensando dentro da
sua cabeçona sem que você precise falar.
Ééééé, queridos... isso
aí, exatamente isso que vocês que me lêem
estão fazendo agora. <strong>=D</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Finalizando o momento
reflexão/dispersão volto a escolha do objeto amoroso,
que é tão ou mais complicada do que escrever pra
alguém ler e compreender.</p>
<p align="justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Eu sempre fico curiosa quando vejo alguns
casais amigos, porque de longe, assim meio de perto, eu nunca
acharia que duas criaturas tão diferentes poderiam conviver
(leia-se namorar, brigar, amar, dormir e acordar junto...) com
algum nível de salubridade. É estranho pra mim, assim
como deve ser para outras pessoas me verem ao lado de Henrique,
imagino eu. Dizem que somos parecidos fisicamente e que estamos
cada vez mais parecidos no jeito, no temperamento &ndash;
<strong>isso deve querer dizer que eu estou
melhorando e Henrique, coitado, piorando</strong>. Mas mesmo
assim, não saberia dizer o que nos faz ficar juntos, ou
melhor continuar <strong>juntos</strong>. Muitas coisas,
óbvio, como ele ser uma pessoa engraçadíssima
e me fazer rir o tempo todo; eu ser o líder do planejamento
financeiro do lar; ele saber cozinhar divinamente; termos uma
cumplicidade incrível, o que não exclui as brigas; e
outras coisas mais que prefiro não comentar.</p>
<p align="justify"> Mais do que tudo isso,
acho que o que faz com que fiquemos juntos é a
disposição para isso.  Quando um dos dois
fica indisposto, ainda que temporariamente, para o relacionamento,
há de se parar para pensar. Porque esse temporariamente pode
virar permanentemente num piscar de olhos. Aí acaba e os
dois, ou um deles, não sabe nem por que.  Conheço
diversas pessoas que estavam com alguém, que era super
legal, dava atenção, rolava uma diversão, um
tesão básico, o alguém era exatamente o que
qualquer outra criatura gostaria de ter, mãaaaaasssssss...
acabou. É isso. O que falta? Ou o que sobra, em alguns
casos? Vai saber... Uma coisa que acho
imprescindível para o casamento (quando eu digo <strong>casamento</strong>, não falo de
casamento civil ou religioso, mas o Encontro &ndash; com letra
maiúscula - entre duas pessoas) dar certo é
você saber o que o outro quer e fazer também com
que ele saiba o que você quer. E se dá para as
expectativas se completarem, digamos
assim.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Não há nada pior do que
você fazer uma coisa pensando que é exatamente o que
ele/ela mais queria na face da Terra e quando a coisa é
feita, a criatura fica lá, com uma cara de quem não
entendeu o porquê dessa escolha. Isso é o fim e
já aconteceu comigo. Daí para uma briga, é
meio pulo. Dizer o que você quer do outro e também o
que pode fazer pelo outro, pode ajudar as expectativas serem
realistas, diminuindo a probabilidade  de
decepção.<span> </span> Não é
fácil fazer isso, até porque expectativa, pura e
simplesmente, está longe de ser algo racional, está
pautado no desejo, no sonho, na vontade mais
íntima.</p>
<p align="justify"> Mas é aí
que chego num ponto <strong>polêmico</strong> &ndash; até
pra mim. Não basta o amor, a paixão, o desejo louco e
desenfreado (não basta, eu sei e sei que todo mundo, em
tese, sabe também, mas parece que não): é
preciso racionalizar, planejar mesmo, como fazemos com a compra do
mês, com nosso extrato do banco. Sim, parece feio se falar em
racionalizar o amor, mas não é isso.
<strong>O dia-a-dia</strong> nos
engole, a famosa rotina desgasta o <strong>laço de fita vermelha</strong> que
nos envolve, as <strong>expectativas
irreais</strong> decepcionam &ndash; e se não
há um jeito de controlar todas essas coisas racionais, que
tempo sobra para o amor, para a paixão, para o desejo louco
e desenfreado? <strong>Ahá</strong> ! Não
sobra.  </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Acredito nisso, porque aprendi isso.
Comigo (conosco) funciona, por enquanto. É legal bater o
olho em alguém e sentir o coração bater mais
forte, achar o cara bonito, atraente, charmoso, seja lá o
que for. A escolha imediata funciona assim, no primitivo, baseada
naquilo que é visto de cara. E isso vai acontecer sempre,
estando você comprometida (o) ou não e ponto final.
Mas a permanência dele como o escolhido vai depender de
outras coisas, que estão longe de serem primitivas. Passamos
automaticamente do uga-buga para o vamos conversar? E é ai
que o bicho pega e que você tem que entender e se fazer
entender. O outro tem que decodificar o seu código maluco e
você também tem que decodificar o dele, com um
mínimo de aproveitamento, senão vira Torre Babel e
aí, babau (com o perdão do trocadilho).</p>
<p align="justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">Mas
quer saber, pra mim, essa é a diversão do Encontro.
Porque eu, veja bem, <strong>EU</strong> não vejo a menor
graça nessa coisa igual de mesma língua. Acho que um
tem que apresentar para o outro sempre coisas novas, que nem sempre
serão aceitas claro, mas é isso mesmo. É...
acho que terminei escrevendo
não sobre a escolha
do objeto amoroso, mas o que faz ele permanecer como tal. Mas
tá valendo
também.<span> </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify" class=
"MsoNormal" align="justify">O negócio é
disponibilizar novidades e se dispor a aprender a língua do
outro, o que pode ser beeeeeem
divertido...<span> </span></p>
]]></description>			<link>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/17077/Sobre-a-escolha-do-objeto-amoroso-e-ou-a-permanencia-dele-como-tal/</link>			<comments>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/Sobre-a-escolha-do-objeto-amoroso-e-ou-a-permanencia-dele-como-tal--20122007-161211-lp-17077.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://osbobsdadonaflorinda.loveblog.com.br/17077/Sobre-a-escolha-do-objeto-amoroso-e-ou-a-permanencia-dele-como-tal/</guid>			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 16:12:11 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>